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Ser o oposto do que o mundo é

Quantas vezes cantamos: “preciso ser o oposto do que o mundo é…”? – Varias, talvez esta seja uma das músicas mais populares entre os jovens católicos nos últimos anos – mas será que as palavras e frases da música realmente estão sendo vividas entre nossos jovens?

A secularização tem tomado uma proporção enorme, e até assustadora, no meio católico, infelizmente os jovens são educados – ou doutrinados – com ideologias pagãs e ateias que visam a destruição da religião, deixando-os cada vez mais incrédulos. Em um mundo materialista é considerado estranho todo aquele que quer viver uma espiritualidade profunda.

Mas onde está o estranho, quem é diferente de quem, acaso não somos todos filhos de Deus? E para o menos crédulos: acaso não somos todos da mesma espécie, nossos direitos não são iguais – ou pelo menos deveriam ? Mas para os que desejam nadar contra a corrente, ou ser oposto do que o mundo é, é necessário estar ciente das realidades do mundo e das conveniências de um jovem cristão.

Como vai o mundo

Como definir o mundo de hoje e suas patologias? – Eis uma tarefa difícil, talvez até impossível, mas o que deve nos impulsionar é a certeza de que não pertencemos a este mundo.

O que devemos saber também é que este tempo é tempo de perseguição e martírio para os cristãos, como já nos alertava o Papa Bento XVI e nos relembra Francisco: é tempo do “martírio da ridicularização”. Onde os crentes passam por situações constrangedoras para conseguirem viver sua fé e honra-la.

A perseguição não acontece mais com espadas e lanças como nos primeiro séculos, e nem com fuzilamentos e torturas como nos regimes do século XX, mas sim por palavras e atitudes. Onde o que é mais preocupante é o fato de que os cristãos são cada vez mais encurralados em um gueto intelectual por causa de sua crença e de sua opinião.

Digo gueto pelo fato de que toda opinião é aceita, exceto a cristã, e que ela só deve ser expressada e defendida dentro de seus templos e em seus eventos. O que ocorre é que aqueles que pregam a liberdade de expressão e o direito de escolha matam seus próprios argumentos de forma covarde e suicida, quando tentam calar a voz de quem pensa e age diferente.

A saída

O único remédio que nos deixa imunes a qualquer vento ideológico, ou melhor, os remédios são os sacramentos. Somente a participação assídua nos sacramentos nos mantém firmes nesta luta. Os mártires da Igreja primitiva entregavam sua vida na certeza de que a vida que estaria por vir era de fato maior, também nós devemos estar convictos disso, pois estes são os verdadeiros católicos por convicção que tantos falam.

Viver de forma integra a perseguição sem se entregar às ideias contrárias, ateias e pagãs é honrar o sangue dos mártires, a pureza dos santos e a morte do próprio Cristo na cruz.

imagem: fonte http://araoisraelita.blogspot.com.br

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