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Sobre os recentes ultrajes ao cristianismo

Bom, nos últimos dias vimos uma cena que não agradou a maioria dos cristãos, e também a maioria das pessoas de bem não cristãs. Na parada gay em São Paulo uma pessoa se fantasiou, talvez de Cristo crucificado, ou de qualquer outra coisa. Considero um ultraje comparar tal figura ao Filho de Deus, por isso evito tal comparação. De qualquer forma o ato foi de deboche, direcionado à maioria dos brasileiros: que é formada de cristãos.

O cristão aprendeu com o próprio Cristo a, ao levar um bofetada, virar o outro lado do rosto, um ato nobre -ninguém liga para a nobreza dos atos hoje em dia- e que requer muita coragem. Mas também aprendemos que até mesmo a misericórdia tem seus limites, que humildade com subserviência é escravidão e não provém de Deus.

O papa Bento XVI disse certa vez que o martírio dos dias atuais é o da ridicularização. E os que creem são cada vez mais ridicularizados por diversos grupos e denominações em todo o mundo. Vivemos um tempo de luta, mas uma luta em que só um lado parece lutar. Os cristãos não querem assumir a briga, parecem fugir do combate, se tornando assim apóstatas, negando o compromisso que fizeram com Cristo e com a santa Mãe Igreja.

Para alguns parece que tanto faz. Outros, quando alguém os alerta sobre a situação, dizem: “para com isso, você tá ficando maluco, a coisa não é bem assim”. E realmente não é bem assim, talvez seja pior. O Papa Francisco vem a muito tempo falando sobre a família e sua importância, faz isso por que sabe que a vontade dos ultrajadores e companhia é destruir a estrutura familiar, implantar a ideologia do gênero nas escolas.

Mas o que fazer? É de fato uma pergunta difícil, mas de todas as respostas que ela pode ter, a menos admissível é silenciar, calar-se, deixar as autoridades resolverem. O cristianismo tem um histórico de desobediência civil, honremos tal histórico se preciso, sem violência. Mais do que uma guerra de armas, esta é uma guerra espiritual, e no mínimo intelectual. Manifeste-se, não se cale diante das injúrias, não murmure, mas Estejam sempre prontos para responder a qualquer pessoa que pedir que expliquem a esperança que vocês têm.” 1 Pe 3:15.

Honremos o sangue dos mártires que sucumbiram nos circos e campos do império romano, e principalmente o sangue de Cristo que por amor morreu por nós. E o mais importante de tudo é a oração, ela resolve tudo pela graça de Deus.

Miserere.

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